; Osvaldo Serrão - Advocacia Criminal



Perfil




Osvaldo Serrão é formado em direito pela UFPa há mais de 35 anos, com mais da metade da vida dedicada à advocacia criminal e atuação em mais de mil julgamentos feitos pelo Tribunal do Júri, ele tem participação na defesa de casos de repercussão nacional. No decorrer deste tempo, Osvaldo conquistou reconhecimento dentro e fora dos tribunais pela seriedade e ética no exercício da profissão.

Atualmente, o criminalista é vice-presidente da Associação Brasileira de Advocacia Criminalista e membro da Academia Brasileira de Direito Criminal e da Academia Paulista de Júri, além de ser o responsável pela estruturação da Escola de Oratória de Júri em Belém.

Abaixo, seguem alguns títulos conquistados ao longo de sua longa carreira:


  • Bacharel em Direito – UFPA.
  • Advogado inscrito na OAB/PA.
  • Membro da Academia Brasileira de Direito Criminal.
  • Membro do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais.
  • Membro do Instituto Brasileiro do Direito de Defesa.
  • Membro da Associacao Brasileira dos Advogados Criminalistas.
  • Membro da Associacao Paulista dos Advogados Criminalistas.
  • Professor convidado da Escola Superior de Advocacia da OAB/SP.
  • Fundador e Presidente da Academia Paraense de Juri.
  • Membro do Instituto Paraense do Direito de Defesa.
  • Fundador e ex-presidente da Associacao dos Advogados Criminalistas do Pará.
  • Fundador da Academia Amapaense de Juri.
  • Professor da Academia Paraense de Júri.
  • Ex-professor da Escola Superior de Advocacia da OAB/PA.
  • Ex-conselheiro da OAB/PA



Livro Osvaldo Serrão




Apresentação

À primeira vista pode parecer estranho um advogadotrabalhista apresentar o livro de um criminalista. Mas só estranha quem não conhece ce um e de outro profissional. Trabalhistas e criminalistas são mais parecidos do que imaginamos que sejam. Num país em que a ditadura foi a regra e a democracia a exceção, e que os direitos sociais ainda estão por ser realidade, advogados trabalhistas e criminalistas sempre foram marginalizados no mundo jurídico, tradicionalmente catalizado pelos civilistas. e criminalistas

Advogamos para pobres, marginalizados e excluídos, num ambiente estatal ainda avesso à liberdade e aos direitos humanos. Não somos donos de “big offices”, não temos sócios estrangeiros, não temos vergonha de comer cachorro quente em pé, debaixo da mangueira do fórum, adoramos um boteco pé sujo com os amigos na sexta e só entramos na OAB depois de 1988, aproveitando os ventos da nova contituição.

Mas uma advertência. Ninguém nos abriu as portas. Entramos chutando, reclamando do abandono ou tratamento diferenciado das nossas prerrogativas profissionais. Reclamação trabalhista é ação ordinária, Habeas corpus é processo penal, somos todos advogados e merecemos igualdade de tratamento, consideração e respeito.


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